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sábado, 27 de dezembro de 2008

Te odeio! (Selinho)

Te odeio porque você é sempre tão apaixonante.
Te odeio porque você escreve errado, e fica bravo quando o corrijo.
Te odeio por você ser romântico e saber dizer coisas bonitas.
Te odeio por você ser sempre tão calmo e pacífico.
Te odeio por me fazer rir.
Te odeio por me fazer chorar.
Te odeio por me fazer pensar em você antes de dormir.
Te odeio por se infiltrar em meus sonhos.
Te odeio porque você diz sempre o que eu preciso ouvir.
Te odeio porque você me conhece melhor do que qualquer um conhece, ou vai conhecer.
Te odeio porque com você eu deixo de ser eu, e passo a ser uma outra garota que desconheço.
Te odeio porque você me faz dizer e fazer coisas que eu jamais diria ou faria se não fosse com você.
Te odeio porque você faz com que eu seja justamente aquela garota boba e apaixonada que eu sempre disse a mim mesma que jamais seria.
Te odeio porque você apareceu na minha vida da maneira mais inesesperada, na hora mais inoportuna.
Te odeio por você sempre saber de tudo que eu preciso.
Te odeio por você ser tudo que eu preciso, e não posso ter.
Te odeio por te amar demais.




Apaixonada? Eu? Talvez...




Ganhei esse selinho da Máah Castro, do Sonhos, livros e rock n' roll :


Finais de ano não são tão estupendamente legais pra mim, então relevem o quão horrivel está o post.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Desejo

Me olhe,
Me escreva um poema,
Me arranque suspiros,
Me dê sorrisos,
Me chame de amor!

Me abrace,
Me beije,
Me aperte em teus braços,
Me faça esquecer!

Me acenda,
Me apague,
Me esquente,
Me envolva,
Me enlouqueça!

Me tire do vazio,
Me ame,
Me faça sua,
Me apaixone,
Se apaixone!

Poema bobo [porém sincero] que a dona desse blog escreveu em um de seus devaneios de solidão.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Coisa do demônio

O Role Playing Game, ou mais popularmente conhecido, RPG é um jogo de interpretação de personagem onde os jogadores criam personagens e histórias para os mesmos, e assumem os papéis de tais personagens. O jogo se dá em torno de regras predeterminadas, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente.

O jogo surgiu em 1974 como um jogo de tabuleiro, com peças em miniaturas. O primeiro lançamento do jogo foi Dungeons & Dragons, e foi criado por Gary Gygax e Dave Arnesion. Com o passar dos anos, o jogo se modificou, se atualizou, se adaptou, e hoje é um jogo totalmente inovador que pode ser jogado da maneira tradicional ou até mesmo no computador, através de sites como o popmundo, ou no mundialmente famoso Orkut, que possui RPG's não convencionais de séries de sucesso como Harry Potter, Heroes e etc.

Mas o objetivo do post não é explicar sobre o universo do RPG, e sim falar sobre os mitos ridículos que rondam o tão famoso jogo e que estão começando a me irritar.
Há quem diga que o jogo é coisa do demônio (sim, tem gente que pensa isso) e que estraga as pessoas que o jogam. Outros pensam que o jogo é um formador de mentes psicóticas, assassinas e de futuros psicopatas. Pois eu digo: o jogo não é um formador de assassinos, ele não estraga as pessoas. Pelo contrário, há estudos que afirmam que o RPG desenvolve a imaginação e a criatividade.

E RPG também não é um jogo só para crianças. Existem até alguns RPG's que são unicamente para maiores de 18 anos. Grandes mestres como Stephen King são jogadores adeptos do "jogo do demônio".

Eu digo e com orgulho: sou jogadora de RPG, e não sou nem assassina, nem louca (pelo menos não medicamente comprovada =P), e também não sou satanista. Na verdade o RPG até me ajudou a acabar com um pouco da minha timidez e me fez encontrar amigos incomparáveis. Devo muito ao tal jogo.

No mais, feliz Dia das Bruxas!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Manifesto pela vida lenta

Um monte de gente correndo para cá. Outro monte de gente correndo para lá. É o que se vê quando se olha para as ruas, e até para dentro das casas das pessoas.
Todo mundo vive com pressa para algo. Pressa para chegar em casa, para sair de casa, para arrumar a casa, para chegar no trabalho, para sair do trabalho, para terminar o ano, para entrar na faculdade, para sair da faculdade, pressa para tudo.
O resultado para tanta pressa é que as pessoas não mais curtem a vida. Apenas passam por ela, apressadas demais para ainda terem tempo de vivê-la.
Atualmente, essa vontade de concluir tudo rápido demais tem impedido as pessoas de sentirem o gosto do que comem, de saborear um refrescante suco de laranja no meio das tardes de verão, de olhar o pôr-do-sol, de sorrir para alguem na rua, e atémesmo de conhecer, conviver e amar outras pessoas. Somente quando é um pouco tarde demais, elas percebem que toda a urgência que tiveram foi inútl, e as fez perder a chance de aproveitar as coisas que realmente merecem atenção.
Como diz o velho ditado, a pressa é inimiga da perfeição, logo, se tivermos calma para solicionar os problemas poderemos raciocinar melhor, e as chances das coisas darem certo serão maiores.
Quando caminhamos de maneira mais lenta, temos tempo para dar e receber sorrisos, e para observar que, apesar das adversidades, há muitas coisas que valem à pena parar para ver, muitas pessoas que valem à pena conhecer, e tantas outras que valem à pena amar.
Se caminhamos devagar, temos tempo para ver a vida, e não apenas passar por ela.

Manifesto que fiz a mando do professor de português
Uma bela porcaria, mas levando-se em consideração meu nada invejável estado físico e psicológico, foi o melhor que consegui.

sábado, 23 de agosto de 2008

Apenas mais um dia

Ela acorda, tenta colocar algo no estômago, sem muito sucesso. No almoço, também não se sai muito bem. Então ela decide imergir no mundo fantástico de seu livro para esquecer da vida real. Funciona. Por longas horas ela se perde entre florestas, casas e colégios que só existem nas páginas ásperas do livro.
Infelizmente ela é obrigada a voltar a olhar para o mundo no qual vive. Ela larga o livro sobre a cama e vai para suas obrigações. Mas apenas seu corpo estava lá. A mente esteve vagando durante todo o tempo. Todo o tempo ela esteve alheia às coisas que aconteciam ao seu redor. Não prestara atenção a nada do que lhe foi dito. Não ouvia nem mesmo suas próprias palavras, que ela só dizia quando julgava serem de extrema necessidade.
Ela vai até a janela e olha para o céu que escurecia rapidamente, depois para os carros passando na rua. Ela fecha os olhos e sente o vento bater em sua face, fazendo seus cabelos castanhos dançarem enquanto ela pensa sobre sua vida. Ela abre os olhos fitando as grades da janela e se lembra da prisão onde é obrigada a habitar.
Novamente ela fecha os olhos. Em uma alegria irônica e masoquista, ela percebe que se dá bem com a solidão. Apesar de se sentir carente algumas vezes, ela adora a morbidêz e o silêncio que a solidão proporcionam. Ela se sente bem assim. Ela compreende que ela não precisa esperar por alguém que faça a diferença em sua vida, ela mesma pode fazer a diferença em sua vida, se quiser.
Ela se afasta da janela, mas, por algum estranho motivo, continua a procurá-la com os olhos. Talvez para se lembrar de sua condição de prizioneira, talvez para tentar fazer seus pensamentos se organizarem, talvez simplismente para fitar o céu, que agora já seguia negro na noite fria.
Ela se senta em um canto, solitária. Fecha os olhos nervosa, desejando, com todas as forças que lhe restam, desaparecer. Ela abre os olhos e constata, decepcionada, porém nada surpresa, que seu desejo não foi realizado, então ela começa a pensar que talvez ela se sentiria melhor se parasse de respirar, e assim ela tenta executar essa última idéia desesperada, novamente sem sucesso.
Ela ri de sua tamanha insanidade, e então percebe que talvez sua prisão não sejam as paredes que a cercam, mas sim os sonhos que a inundam, que a prendem, que a sufocam. Sonhos que a enlouquecem, que não a deixam pensar. Sonhos dos quais ela simplesmente não pode se libertar.

domingo, 10 de agosto de 2008

Eis a questão

Por que normalmente não nos contentamos com o que nos é dado? Por que temos o hábito de querer mais do que podemos ter?

Provavelmente isso deve ser algo natural no ser humano. Desde crianças, as pessoas já começam a querer mais do que as coisas que elas têm. Eu mesma, por exemplo, sempre queria comer do biscoito recheado que não tinha na lata de biscoitos, ou ter aquela boneca que eu vi em uma propaganda, e que por sinal nem era mais interessante que as muitas outras bonecas que eu já tinha. Algumas vezes minha vontade era feita, outras não. E cresci assim. Agora mesmo, quero um livro (Crepúsculo - Stephenie Meyer). Tenho outros livros incrivelmente bons aqui que ainda não li, mas, claro, eles não servem, porque eu tenho eles! Os livros que não tenho são gritantemente mais atraentes do que os que eu tenho.
E tenho certeza que não sou a única pessoa no mundo que é assim. Cansei de ver crianças, adolescentes, adultos, idosos, homens, mulheres, homossexuais e afins, descontentes com as coisas que possuem. Sempre falta alguma coisa para a nossa satisfação.
E o mais cômico dessa situação da existência humana, é que grande parte das pessoas, quando conseguem a "alguma coisa" que faltava, se esquecem dela e encontram "outra coisa" para se tornar objeto de desejo e barreira para a plena felicidade.
É, a vida é assim! Ou melhor, tornamos a vida assim!

domingo, 25 de maio de 2008

E a palavra é:

Família!

Não, não estou falando daquela família composta de pai, mãe, vovó, primos pentelhos e etc. Estou falando da família que nos permitiram escolher: os amigos!

Amigos são tão especiais, tão importantes na nossa vida, mas ao mesmo tempo tão complicados. É tão difícil lidar com pessoas. Por mais que gostemos das pessoas, e por mais que elas gostem da gente, acabam nos magoando. É nessas horas que surgem as complicações. Acaba se tornando mais difícil perdoar uma ofença feita por um amigo do que por uma pessoa qualquer.. dói mais quando vêm de um amigo por ser inesperado, e nós somos fracos, talvez idiotas, e não percebemos que os amigos, assim como nós, antes de serem amigos, são humanos, e também erram. E é exatamente por não percebermos que os amigos também estão fadados ao deslize que se torna difícil perdoá-los. Mas precisamos entender que, muitas vezes, os amigos fazem ou dizem coisas sem perceber, sem intenção de magoar, e por isso mesmo temos que ter paciência e ser fortes o bastante para perdoá-los quantas vezes for preciso.
As famílias não são perfeitas, também passam por crises, mas sempre tem bons momentos, que superam os momentos ruins e fazem valer a pena todas as lágrimas que rolaram na hora da tempestade.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Fatalidades

Começou assim, tudo quieto.
Era um quarto espaçoso, bem limpo e aconchegante. A luz acesa em conjunto com a parede branca davam ao ambiente um ar de tranquilidade que relaxava. Bem no centro havia uma cama de casal, e sobre ela uma mulher pálida e bela que dormia semi-coberta por um lençol branco.
Depois de um exaustivo dia de trabalho, tudo o que a bela mulher desejava era mergulhar no conforto de sua cama, e por isso mesmo nem se lembrara de fechar a porta do quarto ou apagar a luz. Caíra no sono sem sequer perceber que seus pertences haviam sido revirados. Mal sabia ela que muito em breve não mais despertaria.
Na calada da noite, com leves passos, um homem adentrou o local. Usava uma capa preta e luvas de couro. Tremia muito, mas seu olhar era frio e sua expressão firme. Ele caminhou até a mulher e se sentou ao lado dela, na cama. Admirou-a dormir por alguns segundos, em um lapso de fraqueza, e então se decidiu. Já tinha chegado até alí, iria seguir em frente. Ela merecia isso, afinal.
O homem tirou do bolso da capa a arma e atirou. Um único estouro na noite silenciosa. Um tiro certeiro no coração da bela mulher. Ela abriu os olhos, que eram um misto de dor e tristeza ao fitar seu assassino.
- Quero que você saiba que a amo. Amo demais para vê-la nos braços de outro - sussurrou o homem com olhos marejados.
Uma única lágrima escorreu pelo rosto pálido da mulher, e ela deu seu último suspiro. O homem fechou os olhos assustados da mulher e olhou-a com ternura por uma última vez, então levou a arma até o próprio ouvido e atirou. Caiu morto sobre o corpo inerte da mulher, e o ambiente voltou a ter o ar de tranquilidade que pairara minutos atrás.
E acabou assim, tudo quieto.
Texto escrito por mim, postado pela falta de criatividade para algo melhor.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Felicidade

Antes de mais nada, os créditos da imagem do layout, que encontrei no "Blogue de krix".

A uma semana li um texto no meu livro que lançava a seguinte pergunta: "Existe padrão para a felicidade?"
Eu respondo: não!

Uma parte consideravel das pessoas nem sequer sabe o que é felicidade. Os que sabem o que é, não sabem como buscar.
Muitas vezes, quando se pergunta às pessoas o que elas querem da vida, a maioria das respostas são ligadas a casamento, filhos, dinheiro e sucesso no trabalho. Mas será mesmo que isso trará a felicidade?
Mesmo que os objetivos de vida das pessoas se pareçam, elas tem desejos intimos, que são únicos, e, de certa forma, necessários para a algria plena. A partir desse fato, o conceito de felicidade de cada pessoa é único.
Em Harry Potter e a Pedra Filosofal, esse assunto é explorado a partir do Espelho de Ojesed, um espelho que mostra os desejos mais íntimos das pessoas. Harry Potter, que é órfão, deseja ver os pais. Ron Weasley se vê no espelho como um rapaz bonito e cheio de méritos. Isso nos mostra que os desejos dos dois, que são amigos e relativamente parecidos, se diferem, porque eles tiveram vidas diferentes, e pensam diferente. Assim também acontece fora do mundo fantastico criado por J.K. Rowling.
Quantas vezes não vemos uma criança com um incrivel sorriso no rosto por pular em uma poça de lama
depois da chuva, e algumas dessas vezes até pensamos que é uma coisa ridícula! Exatamente da mesma maneira que as crianças não entendem porque os adolescentes gostam de beijo na boca e os adultos gostam de tantas outras coisas "estranhas".
Uma outra questão curiosa a respeito da tão sonhada felicidade é como saber quando a encontramos. Muitas pessoas a tem e não sabem. Eu mesma já fui feliz, e não sabia. Ou talvez soubesse, mas almejasse por mais. As pessoas perdem suas pequenas alegrias esperando as grandes alegrias, e no final ficam "chupando dedo".
Em suma, para a felicidade não existe padrão, nem caminho, nem avisos sobre quando ela chega, ou quanto tempo ficará, se será eterna, ou nuvem passageira. O que nos resta é nos contentarmos com o que temos, e aproveitar a vida o quanto pudermos!

segunda-feira, 31 de março de 2008

Paraíso

Era uma vez uma garota que sonhava em ter o mundo...
Ela queria flores, e alegria, e núvens, ela queria ver o mar, queria o mundo com menos problemas, menos lágrimas, mais alegrias e mais finais felizes.
Ela achava que o mundo um dia seria assim... mas as pessoas fizeram ela perceber que esse mundo não passava de um mero sonho bobo de uma garota mais boba ainda.
A pobre garota ficou tão decepcionada quando as pessoas disseram a ela que esse mundo não existia, que quase deixou de sonhar... mas então ela percebeu que poderia fazer o que quisesse e como quisesse se acreditasse nela mesma e não nos outros. Assim, ela criou um mundo paralelo, onde só entra quem ela deixa, e só sai quem ela quer que saia, um mundo que ela controla, onde chove, e há flores, mares, arco-iris, algumas lágrimas, mas muito mais sorrisos. Um mundo onde sempre há finais felizes. Um mundo onde as pessoas boas sempre vencem, e ninguém destrói os sonhos de ninguém. Um mundo onde tudo é possivel. Um mundo onde ela entra sempre que quer fugir da realidade, sempre que alguém a faz sofrer, sempre que ela quer sonhar, e realizar seus sonhos. O mundo dela!


"I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice,
Give me reason, but don't give me choice,
Cos I'll just make the same mistake again"
James Blunt - Same mistake


- Claudiooo, não vem mais no meu blog é??
- Fiz crepe hoje ^^
- Talvez minha lente fica pronta essa semana :D

segunda-feira, 24 de março de 2008

Panqueca

Hoje eu comi panqueca!! Pela primeira vez na minha vida!! Panqueca de frango!! Maravilhosa!! Na Pastelaria Chinesa!!
Tinha médico hoje depois da escola, e não dava tempo de ir em casa almoçar, aih eu almocei panqueca lá no centro! ^^
E sabe aquela chuva grossa, bem forte, que caiu entre 14:00 e 14:45h ?? Pois eh.. eu tomei!!
Cheguei na clínica onde era minha consulta simplesmente ensopada, tremendo de frio!!
Foi o máximo!! Passei a tarde toda com frio porque tava molhada!!!
:P

Escrevi um poema hoje, durante a aula de Sociologia! E eu sou multifuncional! Escrevo poema e ainda presto atenção na aula!
O professor fala: "Todo oprimido tem dentro de si um opressor", vocês concordam com isso?
Paty e uma minoria respondem: Não!
O professor olha pra Paty e pergunta: Por que não?
Paty responde mais que de imediato: Porque ele generalizou. Nem todo mundo é igual!
O professor fica sem ação, coça o queixo e pensa em algo pra falar, ao passo que a sala toda olha pra Paty!
Alguns alunos comentam "Ixi!", "Falou tudo!", "Nossa!"
Outros alunos comentam "Ih, ficou vermelha!" "Oh, ela tá vermelha".
A Paty fica mais vermelha do que já estava, afunda na carteira e ri. (Sempre rio quando estou com vergonha).
O professor, sem muito o que dizer muda o rumo da conversa! :P

Agora o meu poema:

Guerra

Olhos aflitos,
Gotas de mar,
Ouvidos atentos,
Pedaços de sonhos se dissipando no ar.
Inúmeras colunas de pedra
Munidas de destruição
Fogo!
E vai subindo a fumaça
E com ela o sopro de vida.
O céu negro
Com estrelas vermelhas
E campos floridos
De rosas vermelhas.
E acabou-se a poesia.
E só o que restou
Foram as rosas vermelhas...

=]

domingo, 17 de fevereiro de 2008

E que reabram as cortinas

Sim, a Paty Morango tá de blog novo
Por que estou de blog novo?
Por que algum FDP hackeou minha outra conta! Eu realmente adorava o "Ponte para o infinito", e não ia parar com ele, mas aí fizeram o favor de me hackear!! Parece até conspiração!
Mas tudo bem!! Não é uma hackerzinha meia boca que vai me fazer desistir das minhas diversões na net!

Algumas coisas do outro blog eu vou colocar aqui!
Como por exemplo esses dois poemas que seguem:

"Um anjo sem asas...
Perdido e só
Vagando sem rumo pela imensidão escura e silenciosa
De uma noite sem luar
Olhando pelas pessoas que ama
E que talvez nem saibam que alguem olha por elas...
Um anjo que mais parecia uma estrela...
Solitária no céu.
Longe, mas perto...
Uma estrela que estará sempre alí.
Brilhando... mesmo que jamais seja notada."

"Ela estava sozinha.
Mas havia centenas de pessoas em volta dela.
Pessoas de todas as cores, de todos os tipos.
Como podia então a pequena garota estar sozinha?
Na realidade, ela estava sozinha por dentro
Ela se sentia pequena demais diante do mundo...
Pequena demais frente à tantos problemas..
Pequena demais em meio às pessoas grandes que jamais a entenderiam.
Ela estava sozinha!
Perdida em seu mundo de palavras reviradas e mágicos sonhos que jamais a deixariam!"

Direitos autorais reservados a mim.

Bom.. não estou com muito clima pra postar hoje, mas com mais tempo e calma eu arrumo o blog e faço um post melhor.